Maurício Leal Dias, Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Pará, Doutorando em Direito - PPGD/UFPA, Membro do Programa de Apoio à Reforma Urbana (PARU/UFPA) Membro do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico. Conselheiro Estadual das Cidades do Pará, Advogado (OAB/PA 7771). Este Blog dedica-se a divulgar idéias sobre Direito urbanístico e ambiental no contexto amazônico. Sejam Bem vind@s !
sexta-feira, 27 de julho de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
REGISTROS DE TERRA DE TODO O PAÍS SERÃO REVISADOS
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Limitação de compra de terra por estrangeiros detona crise fundiária
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
UFPA e Ministério das Cidades propõem parceria para regularização fundiária urbana
A regularização de mais de quatro mil imóveis localizados nos municípios de Capitão Poço, Mãe do Rio, Nova Esperança, Ipixuna do Pará e Oriximiná. Este é um dos objetivos da proposta de parceria entre o Ministério das Cidades e a Universidade Federal do Pará (UFPA) assinada nesta terça-feira, 2 de agosto. O Projeto prevê a realização de oficinas e ações que promovam o cadastramento e incentivem a obtenção de títulos de mais de onze mil propriedades localizadas no Pará.
Terra Legal - O Projeto está vinculado ao Programa Terra Legal, do governo federal, que regularizou a transferência de títulos de terras da União para a gestão municipal em mais de 60 cidades paraenses. “Escolhemos cinco municípios onde vamos iniciar os trabalhos. A Universidade atuará no treinamento de pessoal para a regularização das propriedades e realizará estudos de caso sobre a questão da regularização fundiária urbana”, explica o professor André Montenegro, coordenador dos projetos de regularização fundiária da Comissão de Regularização Fundiária da UFPA. Segundo o professor de Engenharia Civil, o Projeto piloto pode ser estendido a novos municípios por meio de parcerias com outras instituições.
“Como uma instituição que concentra atividades de pesquisa e extensão, a UFPA vai auxiliar na regularização de terras na Amazônia Legal, tanto com ações concretas nestas comunidades, quanto com a ajuda a pensar modelos e soluções para a regularização de propriedades urbanas”, aponta Ana Paula Bruno, gerente de Regularização Fundiária Urbana da Secretaria Nacional de Programas Urbanos do Ministério das Cidades.
Entre as ações do Ministério, das quais a UFPA pode se tornar parceira, estão a realização de uma pesquisa nacional sobre a realidade fundiária urbana e a elaboração de uma ferramenta informacional ou banco de dados nacional sobre as propriedades urbanas.
Competência - “A formação de recursos humanos e o incentivo à regularização de um número considerável de lotes terão impactos diretos nas comunidades. Esta parceria entre o Ministério das Cidades e a UFPA também é uma oportunidade da Universidade demonstrar sua competência na área fundiária. Competência adquirida ao longo dos anos e a partir da nossa própria experiência, quando da regularização das terras na área do entorno do Campus do Guamá”, considera Horácio Schneider, vice-reitor da UFPA. A Comissão de Regularização Fundiária da UFPA foi criada m 2007, uma vez que, desde 2004, a Universidade já se voltava para a regularização dos imóveis localizados no entorno da Instituição.
Texto: Glauce Monteiro – Assessoria de Comunicação da UFPA
Foto: Kleber Teixeira
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Regularização Fundiária das áreas urbanas da União na Amazônia Legal
Foi publicado no DOU o Decreto nº 7341 de 22 de outubro de 2010 que Regulamenta a Lei no 11.952, de 25 de junho de 2009, para dispor sobre a regularização fundiária das áreas urbanas situadas em terras da União no âmbito da Amazônia Legal, definida pela Lei Complementar no 124, de 3 de janeiro de 2007, e dá outras providências.
Destaco a importância desse Decreto, que surge praticamente 1 ano e meio depois da Lei 11.952/09, pois trata da definição do que seja a área urbana consolidada e do papel dos municípios no processo de regularização e seus requisitos, bem como, sobre a função da leis de ordenamento territorial.
Em breve postarei um comentário sobre esse novo Decreto.
Para acessar o Decreto clique aqui
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
II Encontro do Fórum Fundiário começa nesta quinta-feira em Belém (PA)
Durante três dias, autoridades de todo o país, especialistas em assuntos fundiários, movimentos sociais e ruralistas estarão reunidos para debater a questão e propor estratégias de ação com o objetivo de garantir a pacificação social no campo e nas cidades. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Rolf Hackbart e o secretário nacional de Programas Urbanos do Ministério das Cidades, Celso Santos Carvalho, participarão do evento. A transmissão do II Fórum Fundiário poderá ser acompanhada ao vivo, pelo site do CNJ, no link: http://www.cnj.jus.br/index.php?option=com_content&view=article&id=7612&Itemid=907.
A garantia da segurança jurídica da propriedade como forma de assegurar o crescimento econômico, reforma agrária e desenvolvimento sustentável, a questão fundiária e a desigualdade social no Brasil e o direito à moradia serão alguns dos temas que estarão no centro dos debates. Nesta sexta-feira (10/09), às 15h, o coordenador nacional do Projeto de Combate ao Trabalho Escravo da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Luiz Antonio Torres Machado vai abordar propostas para erradicar essa forma degradante de trabalho ainda existente no Brasil. A expectativa é de que 2 mil pessoas participem dos três dias de debate.
O Pará foi escolhido para sediar o encontro devido ao histórico de conflitos relacionados à posse de terras na região. O grande foco do evento, este ano, será a garantia da segurança jurídica das propriedades na Amazônia Legal, segundo o coordenador do Comitê Executivo do Fórum Fundiário, juiz Marcelo Berthe. “A segurança jurídica dos registros de imóveis é essencial para garantir a pacificação social e o desenvolvimento econômico da região”, destaca Berthe. O encontro está dividido em palestras e quatro workshops, onde os participantes poderão debater temas relacionados à regularização fundiária, trabalho escravo e questões agrárias e urbanas. As propostas de ação feitas nos workshops serão reunidas e apresentadas no último dia do encontro, sábado (11/09), às 9h.
Fórum - O encontro é aberto ao público e, para participar, basta se inscrever pelo site do CNJ (www.cnj.jus.br). As propostas aprovadas no encontro servirão de ações do Fórum de Assuntos Fundiários do CNJ, responsável por elaborar estudos e medidas concretas para dar maior agilidade e efetividade aos processos judiciais relacionados ao tema. Desde o I Encontro Nacional, realizado em outubro do ano passado, em Campo Grande (MS), o Fórum realizou mutirões de conciliação no Pará e inspeções em cartórios de registros de imóveis, durante as quais foram detectadas inúmeras irregularidades. No mês de agosto a Corregedoria Nacional de Justiça cancelou mais de 5 mil registros imobiliários irregulares no Pará.
MB/ EN
Agência CNJ de Notícias